Lúcifer pós silêncio no mar in verso

R$35,90

6 in stock

Como pedras que não rolam, abatidas pelas que rolam, decidem sua eutanásia e se chocam ao se entregar ao desastre.

Antonio Nogueira | 11×18 | miolo preto e branco | 62 páginas | 2026 

 

Sinopse:

Quando em gestação, “Lúcifer: Pós silêncio no Mar In verso” criou-se como singela homenagem a dois amantes das ciências ocultas: Fernando Pessoa e Helena Blavatsky. Assim, busca ser tradução em encontros encruzilhantes, sem pretensões de exageros, apenas reverenciar a autora da revista “Lúcifer” e o homem que a levou a Portugal. Mesmo não tratando diretamente dos temas ocultos, carrega chaves “para quem tem olhos de ler”. Inicia pedindo silêncio ao som do violino de Paganini e termina nos lamentos de um morto indigente: “Abro meu caixão e perfumo-me do fumo que traguei”. Onde tudo, em tese, termina, o morto anuncia que não é bem assim. Em “Aquário”, a obra captura todo o mar para si. Engole o oceano, prende-o no recipiente e o inverte, dando pistas ocultas sobre suas homenagens: “Da praça XV, vejo Portugal, ouço a gargalhada de Helena, mas minha pena anota os prazeres de Bárbara”. O que Nogueira vê em Portugal consta nas páginas que se lançam entre a profundidade e a espontaneidade. Como almas perdidas num aquário. Como pedras que não rolam, abatidas pelas que rolam, decidem sua eutanásia e se chocam ao se entregar ao desastre.

 

 

Descrição

Sinopse:

Quando em gestação, “Lúcifer: Pós silêncio no Mar In verso” criou-se como singela homenagem a dois amantes das ciências ocultas: Fernando Pessoa e Helena Blavatsky. Assim, busca ser tradução em encontros encruzilhantes, sem pretensões de exageros, apenas reverenciar a autora da revista “Lúcifer” e o homem que a levou a Portugal. Mesmo não tratando diretamente dos temas ocultos, carrega chaves “para quem tem olhos de ler”. Inicia pedindo silêncio ao som do violino de Paganini e termina nos lamentos de um morto indigente: “Abro meu caixão e perfumo-me do fumo que traguei”. Onde tudo, em tese, termina, o morto anuncia que não é bem assim. Em “Aquário”, a obra captura todo o mar para si. Engole o oceano, prende-o no recipiente e o inverte, dando pistas ocultas sobre suas homenagens: “Da praça XV, vejo Portugal, ouço a gargalhada de Helena, mas minha pena anota os prazeres de Bárbara”. O que Nogueira vê em Portugal consta nas páginas que se lançam entre a profundidade e a espontaneidade. Como almas perdidas num aquário. Como pedras que não rolam, abatidas pelas que rolam, decidem sua eutanásia e se chocam ao se entregar ao desastre.

 

Avaliações

Não há avaliações ainda.

Seja o primeiro a avaliar “Lúcifer pós silêncio no mar in verso”

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Produtos Relacionados